Conheci o “manicômio” por intermédio do Rafael Mariachi, que queria me apresentar um lugar diferente e que ele dizia que era super legal.

Ao chegarmos dei de cara com a Janeyde berrando pra mim: “Nossa, que grandão… posso pegar na tua neca?” Fiquei muito desconcertado e um pouco nervoso.

Ao entrar no Caravaggio, meu mundo veio abaixo! A Trash é um lugar realmente maravilhoso onde me diverti muito. A partir daí comecei a ir todo sábado. Sexta e sábado. Sexta, sábado e domingo. E depois às quintas também!

Conheci muita gente boa e bonita. Encontrei um amor e ótimas amizades dentro desta festa! Igual a Trash não tem, e ponto.

Outro ponto positivo que assumo aqui é o combate ao preconceito. Quando comecei a freqüentar a Trash, ficava meio “assim” com os gays do local. Depois de um tempo de Trash 80’s, esse preconceito foi pra privada (junto com as caipirinhas). Hoje vejo que todos os gays que conheço e tenho amizade são pessoas maravilhosas e que têm muito respeito por todos. Mais até do que muito heterossexual conservador!

Tenho muito orgulho de participar desta festa e arrastar novas pessoas pra conhecer. Tenho muito orgulho da Dani Almeida, minha namorada, que eu conquistei lá dentro. Tenho orgulho das amizades, seja lá qual for a orientação sexual dos meus amigos, tenho orgulho por ter ido à Parada, por tudo. Tenho orgulho da Trash 80’s!

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