Por Trash 80´s

O que te impulsionou a cantar? Sempre teve esta vontade?
Sou filha de músico e meu ídolo era o meu pai, portanto ele foi a minha inspiração.

Qual foi o motivo que te trouxe ao Brasil e quando isso aconteceu?
Interessei-me muito pelo Brasil quando cantava nas noites em Assunción. Muitos brasileiros me falavam que eu teria que ir para o Brasil. Eles diziam: “você estava se perdendo aqui, menina”. Vim para o Brasil no ano de 1970.

Qual foi o auge da sua carreira?
São vários momentos. O mais precioso para mim foi quando ouvi a minha música tocar no rádio (“Fernando”, “Estrada do Sol” e “Pequenina”).

Quantos discos gravou e qual é a música mais marcante pra você?
Entre LPs, compactos simples, coletâneas e CDs são 51 trabalhos. A música mais marcante é “Pequenina”, gravada originalmente pelo grupo Abba.

Você fez várias versões, muitas de clássicos da disco e hits dos anos 80. Qual é a sua preferida?
Tenho várias preferidas, mas a que me marcou na época foi “O Jogo Já Acabou”, também do ABBA.

Além de cantar, você fez participações especiais no desfile da grife Cavalera e também no curta-metragem “Mar Paraguayo”, dirigido por Nivaldo Lopes. Conta pra gente como foram essas participações.
Participar do desfile da Cavalera foi uma grande emoção por ser o meu primeiro e maravilhoso desfile internacional. Referente ao filme, foi outra emoção, por ter o diretor como meu fá e em alguns estados do Brasil termos conterrâneos paraguaios. O filme tem uma mistura de espanhol, tupi-guarani e ”portunhol”. Tive o prazer de cantar duas musicas paraguaias, “Recuerdos de Yparacai” e “Paloma Blanca”.

Como você se sente sabendo que os filhos dos seus primeiros fãs estão te descobrindo e tornando-se fãs de suas músicas?
Sinto-me uma supermãe, sabendo que estou fazendo parte da família de cada um deles. Para mim é muito gratificante saber disso.

O que você acha de uma festa como a Trash, que resgata a cultura musical dos anos 80?
Para mim é sempre bom recordar e viver as boas musicas desta época que nunca morrem.

Qual a sua expectativa para o show na Trash 80′s?
Ver todos cantando comigo os meus grandes sucessos, dançando e me aplaudindo. Isso é o máximo.

Você é idolatrada pelos gays. Como é a sua relação com esse público?
Eu tenho um respeito muito grande por eles, por gostarem das minhas músicas e minhas interpretações. E agradeço a eles também por gostarem de mim.

É verdade que você atualmente está trabalhando no projeto para um programa de TV e também tem planos de abrir uma casa de música latina aqui em São Paulo?
Sim, estou. Tenho alguns projetos e em breve terão novidades.

Com tantos anos de carreira você já se sente realizada profissionalmente ou ainda falta algum projeto?
Na parte musical estou sempre me renovando. É natural do ser humano querer sempre algo mais em sua vida e eu não sou diferente. Estou em busca de novos horizontes, se Deus quiser.

Como anda sua carreira atualmente? Quais são seus planos para o futuro?
Continuo trabalhando. Meu próximo trabalho será gravar um CD acústico com algumas musicas minhas, outras regravações e inéditas.

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