Parte 1
Por Trash 80´s

Os anos oitenta foram uma máquina de produzir filmes de adolescentes. Aliás, a onda de se produzir histórias em que os personagens principais não possuíam enredos cheios de significados e formas diferentes de interpretação, começou lá. Era moda: nove entre dez filmes da década retratavam turmas de amigos e suas aventuras no colégio, festas e paquera. Era simples, qualquer pessoa que estivesse com vontade de ver um filminho com um roteiro despretensioso e de compreensão automática, ia à locadora e alugava filmes no estilo. Atire a primeira pedra quem nunca viu um filme destes e se divertiu. Afinal, às vezes o ruim pode ser bom… Esta também foi a década do surgimento de grandes estrelas teens, porém, atualmente, muitas delas desapareceram completamente ou apareçam raramente nas telonas. Veja alguns dos maiores sucessos do cinema dos anos oitenta e seus suas respectivas estrelas (sumidas ou não):

A Garota de Rosa-Shocking
Molly Ringwald já foi até capa da Time em 1986 por ser a garota mais popular de sua geração. Ela fez muito sucesso nos anos 80 com “Gatinhas e Gatões” e “O Clube dos Cinco”, mas nada que se compare ao que “A Garota de Rosa Shocking” fez por ela. A história é simples, previsível e boba, mas mesmo assim marcou a infância e adolescência de muitas pessoas, principalmente a das meninas. Porque? Se trata de um conto de fadas. Na história, tudo que Andy (a personagem de Molly) quer é um vestido bonito para ir ao baile e encantar seu príncipe, até que uma fada madrinha (aqui de carne e osso) costura um vestido rosa shocking muito feio e brega que todos acham lindo. Obviamente, ela termina com o bonitão.
Atualmente, a atriz está com 45 anos e muitos não têm idéia, mas a filmografia da ruiva é vasta: são ao todo 34 filmes e o último deles é do ano de 2003. Você provavelmente deve tê-la visto na telona e nem notado, preste atenção em: “Não é mais um besteirol americano” de 2002 (ela insiste no gênero) e em “Tentação Fatal” de 1999.

Curtindo a Vida Adoidado
Jennifer Gray conheceu o sucesso a partir do personagem em que interpretava a irmã mais velha de Mathew Broderick em “Curtindo a Vida Adoidado”. Um ano depois protagonizou junto com Patrick Swayze um dos maiores sucessos do cinema na década de 80. Para quem não lembra: Moça conhece e se apaixona pelo instrutor de dança do hotel onde está hospedada. Seus pais censuram o romance, mas o amor é mais forte – é de chichê que o povo gosta não é mesmo? Ao que tudo indicava, o filme “Dirty Dancing” de 1987, (que até hoje passa na Sessão da Tarde), acabava de lançar uma grande estrela, que com toda certeza estaria presente em todas as futuras grandes produções. No entanto, Jeniffer Gray caiu no ostracismo. Apareceu em mais alguns filmes de televisão, mas nunca mais soube o que era ter sucesso. Línguas maldosas associaram as cirurgias no nariz com a derrocada da carreira. A atriz, que tanto foi zombada pelo nariz avantajado fez duas plásticas, uma em 1989 e outra em 1992. Sua última aparição de destaque foi uma participação que fez no seriado “Friends” em 1994, ela interpretou Mindy – a amiga de Rachel que acaba se casando com seu antigo noivo. Apesar de ter noivado com Matthew Broderick e com Johnny Depp, a atriz somente veio a casar-se em 2001 com o ator Clark Gregg. Atualmente está com 43 anos e tem uma filha, Stella.

Flashdance
Esse clássico dos anos 80 fez a alegria de tantas “Sessões da Tarde” que é impossível existir alguém que nunca ouviu falar no filme. Dirigido por Adrian Lyne, “Flashdance” conta a história de Alex, uma garota que trabalha como soldadora numa fábrica, mas quer tornar-se bailarina. Enquanto a coragem para fazer um teste para a escola de balé não chega, ela dança numa boate à noite, acaba seduzindo o chefe, impede que uma amiga torne-se prostituta e dá uma força na carreira de comediante de um colega. O corpinho de Jennifer Beals é explorado ao máximo em cenas de ensaios, ginásticas e no antológico momento em que tira a roupa num jantar com o chefe/namorado. Também antológica é a seqüência final de dança, quando Alex dança ao som de “Flashdance – What a Feeling!”, de Irene Cara, para entrar na academia (vai entender). Foram utilizadas várias dançarinas para fazê-la (você não achava que a atriz sabia dançar de verdade, né?), sendo uma delas na verdade um homem.
Jennifer Beals conheceu todos os holofotes da fama quando protagonizou uma “stripper-funileira-dançarina” em “Flashdance”. Não havia adolescente da época que não dançasse “She is a Maniac” inspirada na cena mais famosa do filme. O sucesso do filme não foi suficiente para que Jennifer continuasse sendo a estrela que se tornou na época. Fez algumas produções televisivas e há pouco tempo estrelou ao lado de Drew Barrimore, “Coisas de Casais” – um filme de qualidade muito duvidosa mesmo… Claro que ela não desiste e segue em frente. Recentemente a atriz esteve em um filme completando um grande elenco: John Cusack, Rachel Weisz, Dustin Hoffman e Gene Hackman. O filme se chama Mas a bela atriz do “lendário “Flashdance” fez apenas uma das coadjuvantes. Outra Mudando um pouco de assunto, mas nem tanto, outra Jennifer, a Lopez, andou fazendo bastante sucesso com o clipe da música “I’m Glad” com muitas referências ao filme Flashdance e foi processada, claro.

Os Goonies
Este é um dos filmes mais cultuados da safra anos 80, talvez o fato de ser sido escrito por Spielberg, conte, mas de fato é um filme divertidíssimo. A história conta as aventuras de um grupo de amigos que estão com as casas onde moram prestes a serem demolidas. Isso os obriga a se mudarem e então os garotos resolvem organizar uma cerimônia de despedida. É quando descobrem um legítimo mapa do tesouro, capaz de torná-los ricos e evitar a destruição de suas casas.
Este filme possui um elenco com muitas carinhas que preencheram nossa imaginação por um bom tempo e que nos impedem de esquecê-los até hoje. Trilha principal: Cyndi Lauper. Quem é que não lembra do momento em que a música começa? O melhor do filme, sem dúvida… Vamos aos atores:
Sean Astin tinha 14 anos em 1985 e fazia o papel principal, o de Mikey Walsh, o “asmático”. Fez 23 filmes desde o sucesso de Os Goonies, mas o único papel de destaque do ator foi o personagem Samwise Gamgi da trilogia “O Senhor dos Anéis” (aquele que as más línguas falam que se trata do namorado do Frodo, personagem de Elijah Wood). E quem achava que ele seria um dos atores mais lindos de Hollywood quando crescesse se enganou, e muito…
Kerri Green tinha 18 anos em 1985 e interpretava Andy Carmichael, a garota rica e bonitinha com o namorado imbecil. Fez poucos filmes para o cinema depois (cerca de seis) e fez algumas produções para TV. Nunca mais foi vista em nada de destaque.
Corey Feldman tinha 13 anos em 1985, era o Clarke ‘Bocão’ Devereaux. Trabalhou em mais dois filmes que tiveram até uma certa notoriedade logo depois de Os Goonies: “Conta Comigo” (com River Phoenix) e “Os garotos Perdidos” (com Kiefer Sutherland ). Fez a voz de Donnatello das “Tartarugas ninja”, e foi dupla freqüente com Corey Haim em sete filmes teens. No inicio dos anos noventa foi preso por porte ilegal de drogas e internado. A infância difícil ao lado do pai violento e a diminuição da procura dele pela mídia, dentre outras coisas, o levaram ao consumo de drogas. Felizmente, conseguiu se recuperar depois de uma dura fase. Atualmente está casado pela segunda vez e tornou-se vegetariano. Há alguns projetos engatilhados à espera dele o que espera é voltar a fazer sucesso, depois só participou de produções “Z” – seu último filme foi no ano de 2000 “O garoto de um milhão de dólares”. Hoje em dia está com 31 anos e sua mais recente “desventura” incluí tocar em uma banda com o nome de “The Corey Feldman Truth Movement”.
Josh Brolin como Brand Walsh tinha 17 anos em 1995, era o gostosão da turma. Filho do ator James Brolin. Fez 20 filmes desde então, mas o único que fez sucesso foi “O Homem sem Sombra” ao lado de Kevin Bacon e Elisabeth Shue, em que interpretava Matthew Kensington.
Martha Plimpton (14 anos em 1985): Stef Steinbrenner, uma punk-nerd, a melhor amiga de Andy. Fez 29 filmes depois de Os Gonnies mas o único que merece destaque é “200 Cigarros” em que atuou com Janeane Garofalo, Ben Affleck, Kate Hudson, Courtney Love e Christina Ricci.
Jonathan Ke Quan (13 anos em 1985): O Dado, que vivia cheio de invenções malucas para sair das confusões da turma. Fez sucesso com o filme, “Indiana Jones e o templo da perdição”. E depois de Os Goonies, em 1986, participou de um seriado de tevê fracassado, “Together We Stand”, que durou apenas uma temporada.
Jeff B. Choen (11 anos em 1985): O engraçado Gordo. Fez uma das vozes no desenho “Scooby-Doo e a Escola Assombrada”. Fez também algumas aparições em seriados de TV, co-produziu outras e saiu do mundo do entretenimento.
Joe Pantoliano, Francis Fratelli (o irmão mais esperto, lembra?). Fez “La Bamba” e “Império do Sol” em 87, “O Fugitivo” em 93, “Bad Boys” em 95 e, mais recentemente, foi o Cypher de “Matrix”, ‘Teddy’ em “Amnésia”, “O Demolidor” em 2002.
John Matuszak, que interpretou ‘Sloth’ Fratelli, morreu de parada cardíaca em junho de 89.
Anne Ramsey, que interpretou a Mama Fratelli também já faleceu, de câncer na garganta, em agosto de 88.

Namorada de Aluguel
Amanda Peterson – Ela participou de um dos filmes mais incessantemente reprisados da Sessão da Tarde. Namorada de Aluguel conta a história de Ronald Miller (Patrick Dempsey), um jovem tímido e trabalhador, que sempre sonhou em ser popular no colégio. Quando ele descobre que Cindy Mancini (Amanda Peterson), uma garota linda que todos os garotos paqueram, está precisando de 1000 dólares ele surge com uma insólita proposta: empresta o dinheiro a ela e em troca ela deverá fingir ser sua namorada. Ela topa e, com sua ajuda, ele acaba se tornando um dos garotos mais populares do colégio. Depois deste “Sucesso”, Amanda fez pouquíssimas aparições durante o final dos anos oitenta e no início dos anos noventa. Naquela época, participou de alguns telefilmes e de poucos seriados de tevê, tais como “Tal Pai, Tal Filho” (1989), “Love and Betrayal” (1989) e Encanto Fatal (1990). A última atuação de Amanda, de que se tem notícia, aconteceu no filme “O Vencedor”, uma produção de 1995. Atualmente, aos 32 anos, está casada e tem dois filhos, Jonathan e Katie. Dentre os hobbies da ex-atriz está a paixão por eqüinos.

Karatê Kid
Ralph Macchio representou Daniel LaRusso nos três primeiros filmes da série cinematográfica “Karatê Kid”: em 1984, 1986 e 1989, respectivamente. Quem é que esquece a carinha de sofredor daquele menino que tanto apanhava e somente no final é que vencia? E do senhor Myiagi ensinando o Daniel San o fazendo lavar dezenas de carros imundos? Apesar de parecer novinho, na época do primeiro filme, Ralph já tinha 23 anos. Por “Karatê Kid III” ele recebeu uma indicação ao prêmio Framboesa de Ouro na categoria pior ator – maldade hein? Também atuou em sucessos como “Vidas sem Rumo” (1983) e “A Encruzilhada” (1986). O início da carreira, contudo, foi bem antes dos filmes: na época em que Ralph participou de comerciais de tevê e fez pequenas pontas em seriados. Infelizmente, por causa da aparência sempre juvenil, papéis importantes e de peso nunca mais lhe foram oferecidos após os anos oitenta. Nos anos noventa, participou de poucos filmes, como “Meu Primo Viny” de 1992 e “Nu em Nova York” – de 1994.
Está casado desde 1987 e tem dois filhos: Julia e Daniel. Além da atuação, recentemente arriscou-se na direção e no roteiro do filme “Love Thy Brother” (2002). Ralph, de fato, vem tentando retomar o sucesso “perdido” há mais de vinte anos. A última produção da qual participou, “A Cold Day in August”, é de 2003. Hoje está com 41 anos de idade, mas a carinha de moleque continua.

E.T. – O Extraterrestre
Henry Thomas nasceu no Texas em 1971 e seu primeiro filme foi em 1981, “Raggedy Man”. Mas foi em 1982 que Henry consagrou-se devido à interpretação do amigo humano de E.T.: Elliot. Spielberg, diz a lenda, ficou tão impressionado com o desempenho de Henry na audição que o contratou imediatamente. Após o sucesso de E.T., Henry atuou – ao lado de Dabney Coleman – em “Os Heróis Não Têm Idade” (1984) e também no esquisito filme australiano: “The Quest” (1986). Ainda em 1985, aos 13 anos, após as filmagens de “The Quest” decidiu-se: não queria mais atuar, mas viver uma vida “normal” como a de qualquer criança. Houve, então, um reviravolta na carreira do ator. Somente no final dos anos oitenta, Henry arrependeu-se da decisão tomada e quis voltar atrás. Infelizmente, já havia crescido e o “apelo” infantil não mais existia. Henry Thomas era assombrado por Elliot. No início dos anos noventa, alguns papéis lhe foram oferecidos, mas sempre sem qualidade e com baixo orçamento ou em produções cuja presença física do ator era meramente “acidental”. Ele viveu o jovem Norman Bates em “Psicose IV” (1990) e foi um dos coadjuvantes de “Fogo no Céu” (1993). Em 1994 recebeu um papel bom: o de irmão mais novo do personagem principal em “Lendas da Paixão” (1994). A crítica gostou e aos poucos o ator passou a aparecer em telefilmes (“Moby Dick”, de 1998, é um dos exemplos). Recentemente teve um papel no aclamado “Gangues de Nova York” (2002). Hoje em dia ele mora num rancho próprio em San Antonio, Texas, próximo à casa dos pais e está casado.

Sem Licença para Dirigir
Corey Haim era o dono do sorrisinho torto mais encantador das telas nos anos 80. Nasceu em Toronto Canadá, em 1971 e apareceu pela primeira vez num programa de tevê – “The Edison Twins” – em 1981. Em 1984, estrelou o filme “First Born” e logo passou a atuar em diversas produções da época: “Admiradora Secreta” (1985), “A Hora do Lobisomem” (1985), “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), “Os Garotos Perdidos” (1987) e “Sem Licença para Dirigir” (1988). Este último foi o que mais fez sucesso. A história: Garoto reprovado no exame de habilitação rouba o carro do pai e se envolve em grandes confusões. Comédia juvenil movimentada e bem-humorada, grande êxito de Haim, em dupla com seu parceiro habitual, Feldman. A história não tem nada de mais, mas é conduzida com muita simpatia. Assim como a droga dominou o amigo Corey Feldman, Corey Haim viciou-se em cocaína, foi detido e internado. Foi preso por comportamento hostil e violento, também. Durante os anos noventa participou de produções B e sempre em papéis de pouca importância em telefilmes. Foi também produtor executivo de dois filmes: “Demolition High” (1996) e “Demolition University” (1997). Atuou em algumas séries de tevê como convidado: “Psi Factor” (1996) é um dos exemplos.
Há tempo, Corey vem tentando se livrar da imagem que possui de menino certinho e bonitinho e do estigma de ex-drogado para ganhar papéis adultos e de peso. Últimos trabalhos: “The Back Lot Murders” (2001) e o telefilme “Without Malice” (2000). Hoje em dia está com 31 anos e dedica-se à pintura.

Admiradora Secreta
C. Thomas Howell fez o maior sucesso de sua carreira com este filme de 1985. Mas tudo começou bem antes, em 1981, quando C. Thomas foi contratado como dublê para participar da famosa cena das bicicletas em “E. T. o Extraterrestre”. Impressionado pelo jeitão do garoto, Steven Spielberg o fez atuar como um dos amigos do irmão de Elliott. Em 1982, foi chamado para trabalhar em “Vidas Sem Rumo”, filme do diretor Francis Ford Coppola, produção que o lançou ao estrelato com o personagem Ponyboy Curtis. Após este filme, diversos papéis lhe foram oferecidos. Trabalhou em “Amanhecer Violento” (1984), em “Admiradora Secreta” (1985), em “A Morte Pede Carona” (1986) e em “Uma Escola Muito Louca” (1986). Nesse último, o ator foi maquiado de forma a parecer-se com uma pessoa da raça negra. CT, conforme era carinhosamente chamado na década de oitenta, participou, ainda, de algumas séries de tevê como convidado; caso de “A Gata e o Rato” (1985). Nos anos noventa, Christopher (o real significado do “C” de seu nome) atuou em aproximadamente 40 filmes, dentre os quais: “Os Reis da Praia” (1990), “Aquela Noite “(1993) e “Renegados Pela Justiça” (1997). Também participou de algumas séries de tevê, tais como “V.I.P”. (1998) e a nova versão de “O Barco do Amor” (1998).
C. Thomas Howell também atuou como diretor: “O Próximo Alvo” (1995) e “Risco Absoluto” (1996), e também fundou seu próprio estúdio: o Buckwheat Films. Ao contrário dos colegas de profissão de antigamente, o ator não teve sua carreira cancelada nos anos oitenta. Desde que começou no meio cinematográfico, não parou de atuar por todos esses anos, só que não atua em grandes produções há muito tempo, talvez devido ao rosto sempre jovem que o estigmatizou. Foi casado com Rae Dawn Chong (de “A Guerra do Fogo” e de “Comando Para Matar”), atriz que conheceu durante as filmagens de “Uma Escola Muito Louca”. Atualmente, aos 37 anos, vive com a segunda esposa e com três filhos em Los Angeles, num rancho de sua propriedade.

Gostou? Veja também:
Comente no Facebook
7 comentários
  1. Sobre a atriz Jennifer Beals filme "FLASHDANCE"

    Nós sempre ouvimos sobre um ator abandono escolar para prosseguir um sonho de ser uma estrela. Jennifer Beals feita uma escolha difícil e excepcional por escapando o atrai celebridade de Hollywood e optando por um determinado caminho para a sabedoria e completude. Jennifer Beals realizado uma proeza rara em estrelar em um filme blockbuster, enquanto ainda um colégio caloiro na Universidade de Yale e em seguida continuar com tenacidade para receber um diploma em literatura americana da escola. Um capítulo completo. Perseverança é uma palavra que fielmente trajectos com Jennifer Beals como ela continua a surpreender com um público novo e imprevisível approach.She está freqüentemente associada com o seu papel como a agitação soldador que virou dançarina, Alex, na diretor Adrian Lyne's Flashdance (1983) — um papel para o qual ela recebeu um Golden Globe nomeação para Melhor Desempenho por uma atriz em um Motion Picture. Sua aparência exótica, tornou fisicamente possível para Beals para assumir uma diversificada galeria de papéis e não encontrar ela distribuir os papéis. Desde a sua descoberta em Flashdance, Beals mesmerized tem audiências com variadas funções, tais como a re-animados-Century 18. Eva no Franc Roddam's The Bride (1985), a whimsical Angelica em Alexandre Rockwell's multi-award-winning de comédia, na sopa (1992 ), e os abusados Angela na antologia, quatro quartos (1995). Ao contrário da maioria dos atores que gostam de "jogar pelo seguro" ao escolher as suas funções, tem sido uma prática de Beals muito inesperado para aceitar alguns caracteres, e uma pode certamente ser desafiados a encontrar-la jogando o mesmo personagem duas vezes. Merece especial em sua riqueza de aventureiros partes é a de retratar o enigmático e escuro Rachel da comédia negra, Vampire's Kiss (1989), onde ela atrai Nicholas Cage em seu self-made inferno. Outras revelando suas andanças e unidade de desafiar ela própria, Beals tem ainda trabalhei com diretores europeus celebrou tais como Carlo Vanzini (A Gamble, 1988), Claude Chabrol (Dr. M, 1990), e Nanni Moretti (Cannes Film Festival vencedor, CARO Diario, 1994). Após sucessos de longe, Beals novamente centrada no cinema americano e acumulou mais crítica para o seu louvor representação do negligenciadas Gertrude Benchley em Alan Rudolph da Sra. Parker e o círculo vicioso (1994) e da beleza misteriosa possivelmente envolvidos no assassinato de Carl Franklin Devil's em um Blue Dress (1995), para o qual ela foi nomeada para um Image Award como Outstanding Lead Atriz em um Motion Picture. Cinequest dissidente da visão é facilmente definido por um artista, como Jennifer Beals. Através de sua essência criativa e inovadora, ela introduziu-nos a muitos inspirador, sensual e inteligente caracteres. De girl-next-porta a femme fatale, ela sempre provoca uma grande variedade de emoções em nós, assegurando ao mesmo tempo que sempre percebem sua auto-confiança. – Mike Rabehl

    dialog
  2. "Flashdance" Jennifer Beals sempre foi honesta ao ser entrevistada, sempre perguntavam a ela o porquê de ela não dançar, tinha a disposição 4 dubles, para o Jazz e Ballet a dançarinha francesa Marine Jahan, para o salto foi usada uma ginasta Sharon Shapiro e para o movimento de break-dance Wayne 'Frosty Freeze' Frost, nem tudo é o que parece, não sei pra que fazer tanto alarde, por ela não dançar de verdade…isso Show Business.Você costuma ficar decepcionado ao saber que os herois dos quadrinhos não voam de verdade..Cinema é magia é muito mais.

    dialog

Comente