Alguma coisa acontece no meu coração… não tenho o hábito de sentar em frente ao computador e me empolgar para escrever algo. Porém há algumas semanas tenho vontade de escrever sobre a Trash.

Ainda que eu fosse uma sábia escritora eu não conseguiria com palavras expressar o que é essa “coisa” que acontece no meu coração quando eu piso nesse lugar. Há alguns meses vi na TV uma matéria que falava um pouco da festa. Fiquei alucinada de vontade de conhecer, mas acabei não conseguindo mais informações sobre a Trash, e deixei pra lá.

Quatro meses atrás conheci uma amiga queridíssima que sem querer acabou comentando sobre a festa numa conversa. Ela falava da Trash com tanta empolgação, que naquele momento eu não conseguia entender. Hoje entendo perfeitamente.

Senti um arrepio enorme quando vi o que era a Trash 80’s. Nunca vi um lugar com tantas pessoas felizes, do bem, que tem amor pela vida e um desejo enorme de se divertir. Aquela noite com o DJ Wander Yukio foi inesquecível!
Essa festa é mágica, incrível, mas perigosa, pois vicia. Sou viciada nisso, tenho vontade de estar lá todos os dias. Eu amo demais esse lugar. Fiz poucos amigos, mas quero fazer muitos mais.

Não sou baladeira, mas não sei mais o que é viver sem a Trash, e garanto: não estou exagerando. Sou muito alegre e a festa só aumenta a minha alegria de viver. Há três meses que não saio deste lugar e assim será por muito tempo. Só posso dizer que alguma coisa muito boa acontece no meu coração quando penso na Trash.
Minhas músicas preferidas são: “Companheiro”, “Oh L’amour”, “Foi Assim”, “Tremendo” e “A Little Respect”. E meu sonho é ouvir “Meu cãozinho Xuxo” na pista do Caravaggio… quem sabe um dia?

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