Eu costumo dizer que a Trash é um vicio (do bem) na minha vida.

Quando a onda dos blogs e fotologs explodiu, eu conheci a Olívia e me empolgava com sua descrição de uma festa louca com gente esquisita, que na verdade, eu não entendia muito bem como rolava, até entrar no site e me fascinar com aquilo, que era a minha cara.

Fiquei empolgada, mas não consegui convencer ninguém a ir comigo… fui adiando por meses, até que conversando com a Mileny, uma amiga, ela disse que tinha conhecido uma festa ótima. Era a Trash, Na semana seguinte, uma sexta de carnaval, lá fui eu conhecer finalmente a tão falada festa. Foi amor à primeira dança. Eu simplesmente amei tudo: as pessoas, os diversos estilos, as músicas.

Comecei indo de vez em quando, e a cada vez eu reconhecia mais e mais pessoas dos fotologs. Passei a freqüentar todas as sextas, aos poucos fui conhecendo as pessoas, as brincadeiras, os carões… e agora? Lá conheci pessoas incríveis que de várias formas mudaram a minha vidinha monótona e pacata.

Nunca me senti tão à vontade em nenhum outro lugar. Além de amar a festa, lá todos se conhecem e não tenho problema nenhum em ir sozinha, porque sei que vou encontrar muitas pessoas queridas!

Meus amigos não se conformam de eu estar sempre na mesma balada, dizem que preciso conhecer gente nova e outros lugares. Somente quem vive esse mundo Trash pode explicar como ele é fascinante e de uma energia inexplicavelmente positiva.

As pessoas dizem que existem duas Danys, a pré-Trash e a pós-Trash. A mudança na minha vida foi completa e não me importo nem um pouco em ser chamada de surtada, Loira do Banheiro… porque tudo isso só trouxe alegrias para minha vida e amigos eternos.

De que eu mais gosto na Trash:

Tremendo, a amada “Numa Numa Iei ” e Dancing Queen, entre várias outras. Por essas e por outras eu sempre digo: “Não tem como não amar a Trash”.

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