Eu odeio escrever em primeira pessoa, mas terei de fazê-lo, já que quero contar como conheci a festa mais fantástica da noite paulistana.

Foi num sábado, dia 26 de julho de 2003, estava eu e minhas amigas Bruna e Patrícia estávamos em casa sem rumo, e nos deparamos com uma dúvida cruel: para onde iremos esta noite?

Logo, entramos no site Oba Oba e achamos um tal de Caravaggio… Comentei que já tinha ouvido falar da festa Trash, então decidimos que aquele seria o nosso destino.

Quando chegamos ao local, minha nossa, o que era aquilo? ‘Festa estranha com gente esquisita’. Eu logo questionei: vamos entrar mesmo? Elas me responderam: “Não começa a causar, você foi a primeira a agitar”. Eu: “Tudo bem, mas se a noite for ruim, eu não quero escutar reclamações, ok?”

Enfim, entramos. As três assustadas com a música de ‘Luan e Vanessa’ e, logo em seguida, uma performance de locos, começamos a rir, era o que nos restava.

No início da festa, eu não dancei. Imagina, eu dançar Magal? Mas, após uma hora lá dentro, eu já estava ‘simpática’ (para não dizer bêbada) e dançando Xuxa, Dominó, Angélica entre outros.

Daí, eu cheguei nas minhas amigas inseparáveis e disse: “Eu mereço os parabéns, não é? Pois só eu mesma para trazer vocês num lugar tão legal”. Elas tiveram que concordar comigo uma vez na vida.

Saí de lá feliz, cansada, descabelada e com os sapatos nas mãos, já que os meus pés não suportaram pular sob os saltos.

Agora, sabe qual foi o resultado final depois deste dia? Eu virei uma freqüentadora assídua desta festa e os meus fins de semana são pura diversão.

Tonny e Enéas, parabéns pela criação de uma super mega ultra plus festa, e aos meus amigos e staff da trash, um beijo no coração.

O que eu mais gosto na Trash:
Quando o Enéas toca: “Festa do Estica e Puxa” – Xuxa.
Wander: Magal e Balão Mágico
Tonyy: “Dancing Queen” – Abba
Rico: Funk.

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