Meu affair com a Trash começou recentemente, em agosto deste ano. Tinha voltado há dias de um intercâmbio e um amigo, o Fabião, me convidou a ir a Trash.

Já tinha ouvido falar, mas nunca tinha me aventurado porque que o pessoal que costumava andar nem curtia.
E então, no dia 15 de agosto eu fui pela primeira vez. Desde este dia, como comentam: “o mosquitinho” me picou me contaminou totalmente. Mas confesso, quando entrei fiquei meio “assim”. Nossa senhora, aquele chão quadriculado, aqueles “badulaques” pendurados no teto, e VAZIO… Pensei: “ixi, baladinha furada”. Eram mais ou menos 23h45 e passaram mais alguns minutos e como num passe de mágica aquela mesma pista já estava tomada, fervendo!!!!

Tudo de contagiante acontece lá, em todos os sentidos: as pessoas, as músicas, a decoração e principalmente o ambiente total irreverente!

Quando ouvi “Curumim” de Mara Maravilha, quase chorei… Ai meu deus, lembrei de quando fui ao programa dela e me “achei” – que puta mico! Agora quando tocou Wando, e aquele coro perfeito soou, tive a certeza de que ali era meu lugar!

Semanas e semanas foram passando, e eu me empolgando a cada vez… Também por vias de um amigo, soube do Rico Suave, que me chamava mais e mais ao cortiço! Da mesma maneira, entrei para a lista de discussão, e através dela conheci mais e mais pessoas: Paulinha, Cris, Pão, Déia, Cathy e até o Tonyy num momento inusitado!!

A Trash mais marcante para mim foi a Trash Chacrinha, embora não tenha me lembrado tanto do mesmo, achei aquela energia super contagiante, além de ter agarrado o abacaxi, óbvio!!!

“Trashear” é um novo verbo utilizado por muitos. Ele tem se encaixado perfeitamente no meu vocabulário. Pois sinceramente, nada como chegar na sexta feira à noite, e me preparar para a festa – as vezes parece que tenho 15 anos novamente.

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