Essa ao lado sou eu.
Quando decidi fazer uma tatuagem queria fazer algo que realmente tivesse um grande significado para mim, então optei pelo desenho de um ideograma que representasse a liberdade.

Para mim é fundamental não somente ser livre por se tratar de um direito, mas em sentir-se livre, liberta de preconceitos, máscaras, estereótipos ou rótulos. E quando a Andreia Meneguete convidou-me para ir a uma festa do pijama, as coisas que passaram pela minha cabeça foram totalmente contrárias ao sentimento vivido.

A primeira questão foi vencer o receio de ir a um lugar no centro da cidade, ainda mais à noite, depois pagar o mico de chegar vestindo pijama, afinal me preparei muito… Robe longo de seda branco, camisola branca e nos pés pantufa de golfinho, além das expectativas. Quando adentrei jamais pude imaginar que uma festa chamada Trash 80’s seria responsável por uma transformação tão grande em mim.

Fui muito bem recepcionada, dancei a noite toda e naquele momento revivi momentos da minha infância ao som de Gretchen, Sidney Magal e tantos outros. Uma palavra traduz perfeitamente bem como me sinto nessa festa: liberdade. Livre como realmente sou me sinto feliz na Trash – basta ver o meu sorriso na foto para entender a alegria que existe nesse lugar e contagia a todos.

Meus artistas trashers preferidos são:

Gretchen – Lembro-me que os meus pais sempre me presenteavam com os compactos da cantora e eu adorava dançar ao som da melô do Piripimpim;

Menudo – Acredito que esse grupo fez parte de toda a minha geração. Adorava os Menudos em especial o Charlie que eu sempre achei o mais gato de todos. Tive toda a coleção de discos, álbum de fotografias e o meu quarto todo decorado com pôster deles.

Dominó – Esses pegaram carona no sucesso dos Menudos, então como adolescente substituí rapidamente a minha paixão pelos Menudos para o Dominó, depois para o Tremendo, Cyclone, Locomia, Polegar…

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