No começo do mês de janeiro desse ano, estava como de costume com o Fê Champs e mais dois amigos indo para a Vila Madalena em uma extinta casa que se chamava Plastic Fantastic. Tocava Indie, alternativo e variações de bandas de rock dos anos 80.

Quando chegamos, para a nossa surpresa o lugar tinha sido interditado pela prefeitura, o que era de se esperar, pois era extremamente sem normas de segurança. Lembrava muito, a antiga Retro na Sta Cecília.

Não tínhamos mais para onde ir, de certo iríamos para o Ó do Borogodó como sempre, quando não nos restava mais nada de atrativo. Mais eis que surge uma luz. A amiga do Fernando nos ligou fazendo uma proposta indecente: ir a uma boite no centro velho de São Paulo.
Sabia que lá havia sido a de Next, mais até então não tinha ouvido falar que outros organizadores haviam ocupado o espaço.

Na porta logo que entrei, reconheci alguns rostos da noite, já havia encontrado algumas pessoas no Cio 80´s e também no Macchina Zero. Mais não pensei que a festa rolava todo final de semana e que havia freqüentadores assíduos.
E foi amor à primeira vista! Porque era bem diferente das festas anos 80 que eu havia freqüentado. E as pessoas também, tudo fluiu bacana. Logo me identifiquei com o lugar. Realmente, “Trash 80’s é diversão garantida”.

No flyer tinha o endereço da lista de discussão, logo me afiliei. E aos poucos fui me apresentando e sendo apresentado para algumas pessoas, que hoje fazem parte da minha vida.

Não tem como não se divertir, o lugar é realmente contagiante. Cada festa que passa é uma nova história, uma nova diversão. Esse realmente é o espírito da Trash. Você pode se divertir, extravasar, ousar como se você estivesse em uma festa com pessoas íntimas. Lá realmente os donos são seus amigos. “Servem bem, para servirem sempre”.

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